Limbo de um tempo em nuvem, luz forte e branca; forma de escuridão ardente e dolorosa.

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Domingo, 31 de Julho de 2011

Não encontro título adequado a isto

Rebento. Amanheço.

Carrego o dia às costas do passado.
Projecto o agora no amanhã...
Invento uma mão recheada de sinais vagos,
quero indiscutivelmente ser mais,
passar além, dos demais
inverter a lógica
pensar sentidos
organizar.
Nada ao acaso
advento-me
invento-me
todos os dias...
nasço,
morro...
todas as horas...
apareço nova
vivo entre a lenda e a realidade.
Não, não sou mulher a dias do meu pensar
sou dona da minha casa
arrumo e imagino,
o complemento vivo d'mi
para outrem.

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