Sou âncora. Praia de terra. Ventre de mulher. Espaço suado pelo decalcar mágico dos sentidos. Sou minha. Arcaboiços desmiolados, riscados ao on. Serpentinas de fábulas, anacronismos embebidos de radiantes martírios. Cenas oníricas se desenham na mente mais enregelada de frio que meia-conheço: a minha. Entre o baixo e o alto mora o médio. Rua sem saída, dou meia volta e olho na frente: direcção tédio.
Mais 6 dias por terras lusitanas.
Omphalos Artis regressa em 2011. Estamos a limpar a casa.
MS